quinta-feira, 2 de agosto de 2012
domingo, 28 de agosto de 2011
As Oito Competências para a Marca VOCÊ
Precisamos desenvolver competências essenciais para que a nossa Marca possa fazer a diferença.
1ª Parte:
2ª Parte:
1ª Parte:
2ª Parte:
A Marca VOCÊ
Cuidar da carreira é um ato de cidadania. Trata-se de algumas reflexões sobre diferentes estratégias para a construção de um Plano de Carreira do tipo: "faça você mesmo o seu!".
1ª Parte:
2ª Parte:
1ª Parte:
2ª Parte:
FORMAÇÃO DE GESTORES EDUCACIONAIS (Débora Dias Gomes)
Desde 1997 venho atuando sistematicamente na Formação de Gestores Educacionais em todo o Brasil, na rede pública e privada. Posso dizer o quanto tenho aprendido com essa trajetória. Sinto-me privilegiada por fazer parte da história de pessoas que assumiram o papel de liderar a construção de uma escola comprometida com mudanças e inovações.
No entanto, continuo fazendo as mesmas indagações: o que me trouxe até aqui? O que aprendi? O que posso compartilhar? Como posso contribuir com a educação brasileira? O que os gestores educacionais precisam fazer para organizar a construção de uma escola democrática, acessível e que garanta o sucesso escolar para os seus alunos?
E então, deparo-me com um novo desafio: o de elaborar o conteúdo para o curso Gestão Educacional Pública da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, para alcançar aproximadamente 5000 educadores. Volto ao meu estado de inquietação e tento identificar de que lugar estou falando. Que concepções norteiam a minha construção epistemológica. Quem sou eu nesse momento e espaço.
- Identifico inicialmente, o meu lugar de gestora educacional, há 30 anos buscando desenvolver uma escola alternativa, o ESIL EDUCACIONAL, experimentando avanços, dilemas e desafios para implementar uma gestão escolar que garanta um espaço pedagógico contra-hegemônico, progressista, preocupado com uma educação emancipatória e inclusiva.
- Em seguida a trajetória como profissional da educação no papel de facilitadora em programas permanentes de consultoria e capacitação de gestores das escolas públicas e privadas, há 14 anos atuando em diferentes frentes para o desenvolvimento de gestores para a prática da gestão estratégica, democrática e participativa. Nesse cenário, procuro identificar as especificidades da escola pública, principalmente no fato do quanto os aspectos políticos e sociais impactam o posicionamento filosófico, epistemológico e didático-pedagógico da escola e as suas relações cotidianas.
- Ainda Caracterizando um terceiro papel, nesse momento, vivo também a experiência com o olhar e do lugar de pesquisadora, pela UNIRIO. Com a perspectiva acadêmica, busco o discernimento para “preencher” as lacunas existentes na trajetória das duas experiências citadas acima. No entanto, aprendi que tais construções epistemológicas se transformarão em novas perguntas. Com efeito, o ensaio que busco produzir nesse momento, representa uma fração do exercício que ainda terei que realizar para problematizar a minha pesquisa e enxergar outros caminhos possíveis.
A escola deve ser um espaço de aprendizagem significativa, de socialização do conhecimento e de formação humana. Precisa ser o local onde todos sejam comprometidos com a formação integral e o sucesso escolar de seus alunos. Esse conjunto só será possível por meio de ações articuladas intencionalmente por seus gestores.
São maestros que, com suas batutas, organizam uma orquestra com a diversidade de músicos e instrumentos visando preparar um grande espetáculo. Essa é uma utopia realizável para uma comunidade educativa. Lembrando aqui a origem etimológica da palavra Utopia, que vem do grego ou ( não) + Tópus ( lugar ) significando UM não LUGAR, ou um lugar que ainda não existe.
Pense bem: ser utópico não é apenas ser idealista ou pouco prático, mas também buscar a mudança do estado atual das coisas (status quo). Por isso o sonho e o caráter utópico de nossas buscas de inovações na prática educativa são tão permanentes como a própria educação. Se perdermos a utopia perderemos o sonho, se perdermos o sonho, perderemos a visão de futuro, ou seja, o futuro não significará nada para os gestores educacionais. E o convite que recebemos hoje, é para que nos lancemos para o futuro com superação criativa do presente, pois parafraseando Millor Fernandes, digo: o futuro chega com tal rapidez que começo a desconfiar que ele está atrás de mim.
Estamos buscando pensar uma escola possível de se construir a partir da capacidade gerencial de seus diretores e diretoras. No entanto, o sucesso só existirá se nos prepararmos para ele. Como seres de decisão e resposta, estamos juntos nessa utopia. Vamos consolidar a nossa escolha de sermos gestores educacionais comprometidos com uma nova perspectiva do jeito de fazer a escola acontecer.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
A FORÇA DE UM CHAMADO...
Muito cedo percebi que a Educação faria parte do meu DNA. Dos 5 aos 16 anos de idade, morava com minha família na “Baixa do Sapateiro”, uma favela em Bonsucesso, no Rio de Janeiro. Papai era pastor da Igreja Batista e nós residíamos na casa pastoral. 
Trabalhei em fábricas, fazia picolé para meu irmão vender na rua, fazia as unhas das vizinhas. Mas o que eu gostava mesmo era brincar de ESCOLA. Tinha alunos imaginários e concretos, dava aula para os vizinhos e para as crianças na igreja.
Já estava com 17 anos quando nos mudamos para São Cristóvão. Mas eu voltava lá todos os dias, pois fui convidada a lecionar na “Sede dos Moradores” daquela comunidade.
Que desafio, recebi 64 alunos de 4 aos 12 anos de idade. O que não me assustou nem um pouco. Aprendi a amá-los muito rápido. O vínculo afetivo foi a ponte para a nossa relação. Como lidar e “ensinar” crianças de faixas etárias tão diversas? Empiricamente experimentava realizar atividades diversificadas para alcançá-los em suas diferentes necessidades. Piaget e Vygotsky eram meros desconhecidos, mas eu já era interacionista e não sabia. Enfim, esse foi o começo pedagógico de minha vida. Em seguida, fiz o Normal no Instituto de Educação e aos 19 anos já estava lecionando numa grande escola na Tijuca, onde fiquei por 8 anos. Fiz a primeira graduação em Letras na UFRJ.
O chamado estava cada vez mais forte e sonhava em ter a minha própria escola, o que aconteceu em 1983. Nessa ocasião fiz Pedagogia para obter a habilitação como diretora. O ESIL (Espaço de Sinergia, Inteligência e Labor) já nasceu como uma escola alternativa. Uma escola para pensar. Cresceu, passou a ser reconhecido como um espaço científico. No entanto a crise chegou em 1993 e descobri que precisava aprender sobre Gestão e Sustentabilidade do meu negócio. Fiz um MBA em Qualidade e uma Pós Graduação em Didática do Ensino Superior. Com essas duas especializações e já com 35 anos de idade, passei a alçar novos vôos, trabalhando com Educação para a Qualidade. Fundamos a DDG-Educação e Consultoria e segui, ministrando palestras, cursos e consultorias em grandes e pequenas empresas. Tudo isso me levou a um Mestrado em Engenharia de Produção na COPPE/UFRJ, onde o meu foco de pesquisa era pensar o quanto a aprendizagem significativa poderia contribuir com a administração de mudanças nas organizações por meio de um processo de EDUCAÇÃO CORPORATIVA. Enfim, esse era o meu chamado como educadora. Pensar na aprendizagem de "gente pequena" e "gente grande", em organizações educacionais e não educacionais. A partir daí assumi dois focos em minha vida: GESTÃO & EDUCAÇÃO. Gestão para educação e Educação para a gestão.

Trabalhei em fábricas, fazia picolé para meu irmão vender na rua, fazia as unhas das vizinhas. Mas o que eu gostava mesmo era brincar de ESCOLA. Tinha alunos imaginários e concretos, dava aula para os vizinhos e para as crianças na igreja.
Já estava com 17 anos quando nos mudamos para São Cristóvão. Mas eu voltava lá todos os dias, pois fui convidada a lecionar na “Sede dos Moradores” daquela comunidade.
Que desafio, recebi 64 alunos de 4 aos 12 anos de idade. O que não me assustou nem um pouco. Aprendi a amá-los muito rápido. O vínculo afetivo foi a ponte para a nossa relação. Como lidar e “ensinar” crianças de faixas etárias tão diversas? Empiricamente experimentava realizar atividades diversificadas para alcançá-los em suas diferentes necessidades. Piaget e Vygotsky eram meros desconhecidos, mas eu já era interacionista e não sabia. Enfim, esse foi o começo pedagógico de minha vida. Em seguida, fiz o Normal no Instituto de Educação e aos 19 anos já estava lecionando numa grande escola na Tijuca, onde fiquei por 8 anos. Fiz a primeira graduação em Letras na UFRJ.
O chamado estava cada vez mais forte e sonhava em ter a minha própria escola, o que aconteceu em 1983. Nessa ocasião fiz Pedagogia para obter a habilitação como diretora. O ESIL (Espaço de Sinergia, Inteligência e Labor) já nasceu como uma escola alternativa. Uma escola para pensar. Cresceu, passou a ser reconhecido como um espaço científico. No entanto a crise chegou em 1993 e descobri que precisava aprender sobre Gestão e Sustentabilidade do meu negócio. Fiz um MBA em Qualidade e uma Pós Graduação em Didática do Ensino Superior. Com essas duas especializações e já com 35 anos de idade, passei a alçar novos vôos, trabalhando com Educação para a Qualidade. Fundamos a DDG-Educação e Consultoria e segui, ministrando palestras, cursos e consultorias em grandes e pequenas empresas. Tudo isso me levou a um Mestrado em Engenharia de Produção na COPPE/UFRJ, onde o meu foco de pesquisa era pensar o quanto a aprendizagem significativa poderia contribuir com a administração de mudanças nas organizações por meio de um processo de EDUCAÇÃO CORPORATIVA. Enfim, esse era o meu chamado como educadora. Pensar na aprendizagem de "gente pequena" e "gente grande", em organizações educacionais e não educacionais. A partir daí assumi dois focos em minha vida: GESTÃO & EDUCAÇÃO. Gestão para educação e Educação para a gestão.
Hoje, aos 51 anos de idade, ainda sinto a força do meu chamado. Dirigindo duas instituições de ensino em plena crise econômica, Professora em cursos de pós graduação, treinamentos empresariais e em instituições educacionais, consultorias, escrevendo um material aqui outro ali, mãe, esposa, mulher, serva de Deus.
Enfim, Deus me chamou para Educar e sei que a minha corrida para o aprendizado acabou de começar.... a força do meu chamado me renova a cada dia, os obstáculos são muitos, mas com fé sincera e planejamento responsável, me reposiciono sempre que necessário para cumprir o propósito de Deus para a minha vida. E se é para EDUCAR, que se EDUQUE com dedicação. Eis-me aqui.
DDG EM AÇÃO
Lançamento do Livro MBA EDUCAÇÃO
Já formou centenas de profissionais em seus cursos de Pós Graduação. Desde 1999 vem oferendo programas como: Administração Estratégica em Instituições de Ensino, Gestão Pedagógica, Docência do Ensino Superior, Educação Corporativa, Educação Inclusiva e Gestão Empresarial (conheça a Escola de Pós DDG (http://www.ddgeducacao.com.br/)
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